Região

A 18 km e a um mundo de Lisboa, é fácil perceber porque Sintra – com as suas montanhas ondulantes, florestas orvalhadas e densas de fetos e líquenes, jardins exóticos e palácios cintilantes – é o local onde os reais portugueses costumavam passar os seus Verões. Como uma página arrancada de um conto de fadas, o centro do Património Mundial da Unesco, a vila de Sintra está salpicada de solarenga de pasta dobrada em colinas luxuriantes que se estendem até ao Atlântico azul.

Os Celtas e os Romanos adoravam os seus deuses da lua em Sintra, os Mouros construíram um castelo vertigante, e os Reais portugueses do século XVIII andavam pelos seus jardins de sonho. Até mesmo Lord Byron se encerrou lírico sobre os encantos de Sintra: ‘Lo! O glorioso Éden de Cintra intervém, num variegado labirinto de monte e glen”, que inspirou o seu poema épico “A Peregrinação de Childe Harold“.